UM TROTE BEM DADO
O corredor do hospital, que costuma ser um lugar de silêncio e passos apressados, hoje transborda uma energia diferente. De um lado, jovens calouros de medicina, com os olhos brilhando pela conquista recente; do outro, pequenos guerreiros que travam batalhas diárias pela vida.Não é um trote comum. Não há tinta, não há gritos, não há medo. O que acontece ali é um rito de passagem para a alma.Uma a uma, as crianças — que já perderam seus próprios cabelos para a quimioterapia — recebem nas mãos a máquina de corte.
Com um misto de timidez e alegria, elas se tornam as protagonistas da história.
Quando a primeira mecha de uma estudante cai no chão, algo mágico acontece: o estigma da doença se dissolve. Ao verem aqueles futuros médicos ficando carecas como elas, as crianças não se sentem mais sozinhas. Elas não veem "doentes" ou "doutores"; veem amigos. Veem que o que antes era motivo de tristeza, agora é motivo de riso e união.
Os estudantes, ajoelhados para ficarem na altura de seus pequenos mestres, aprendem naquele momento a lição mais importante de toda a carreira: a medicina não cura apenas com remédios, mas com a capacidade de se colocar no lugar do outro. Cada fio que cai é um gesto de amor. Cada sorriso de uma criança que segura a máquina é uma vitória sobre a dor.
Naquele corredor, o jaleco branco ainda nem foi vestido, mas a humanidade já foi tatuada no coração de cada aluno que não saiu dali apenas com a cabeça raspada; saiu entendendo que a maior cura é aquela que nasce de um abraço e de um olhar que diz: "eu estou aqui com você".
Com um misto de timidez e alegria, elas se tornam as protagonistas da história.
Quando a primeira mecha de uma estudante cai no chão, algo mágico acontece: o estigma da doença se dissolve. Ao verem aqueles futuros médicos ficando carecas como elas, as crianças não se sentem mais sozinhas. Elas não veem "doentes" ou "doutores"; veem amigos. Veem que o que antes era motivo de tristeza, agora é motivo de riso e união.
Os estudantes, ajoelhados para ficarem na altura de seus pequenos mestres, aprendem naquele momento a lição mais importante de toda a carreira: a medicina não cura apenas com remédios, mas com a capacidade de se colocar no lugar do outro. Cada fio que cai é um gesto de amor. Cada sorriso de uma criança que segura a máquina é uma vitória sobre a dor.
Naquele corredor, o jaleco branco ainda nem foi vestido, mas a humanidade já foi tatuada no coração de cada aluno que não saiu dali apenas com a cabeça raspada; saiu entendendo que a maior cura é aquela que nasce de um abraço e de um olhar que diz: "eu estou aqui com você".

En cuantas ocasiones cuando sales de una consulta medica si el medico o medica que te atendió supo ponerse en tu lugar y atenderte con cariño, parece sales con menos molestias.
ResponderExcluirSaludos.
Nem me fale quanto é importa essa aproximação! Participei
ResponderExcluirde um projeto pela internet e Blogs, que era
apenas presentear e ser presenteada e usar gorros e lenços coloridos .Éramos todas mulheres enfeitadas para a celebração da vida.
Essa aproximação fez toda diferença na minha vida.
Adorei o texto, vou?
Bjins
CatiahoAlc.